“Cidades Invisíveis”: Mais de 280 alunos do Colégio Unigrau participaram do Projeto e expuseram trabalhos

Entrevista, texto e fotos: Natália Tiezzi
Na manhã e tarde de terça-feira, 01, o Colégio Unigrau promoveu exposição acerca do Projeto “Cidades Invisíveis”, que contou com a participação de mais de 280 alunos, desde o 6º ano do Ensino Fundamental II até a 2ª série do Ensino Médio.
Dezenas de trabalhos foram expostos nas próprias salas de aula, com a participação dos estudantes que, além das maquetes, cartazes e projeções também explicaram sobre cada tema ao bom público que visitou a exposição, principalmente pais, familiares e comunidades escolares.
O que chamou a atenção, além da participação efetiva dos alunos, foi a qualidade dos trabalhos expostos, bem como a dedicação à sua realização, principalmente as pesquisas, entrevistas a campo e os marcantes detalhes que cada grupo trouxe nas apresentações.
De acordo com o coordenador pedagógico Paulo Henrique Cinta, o Cidades Invisíveis objetivou promover a cidadania e a formação integral dos alunos por meio de metodologias ativas, que revelaram e aprofundaram o entendimento sobre os contextos sociais, econômicos e geográficos nos quais os estudantes estão inseridos.
“A ideia foi capacitar os alunos a enxergarem além do óbvio, identificando elementos invisíveis que influenciam suas vidas diárias e das comunidades que os cercam. O desenvolvimento do Projeto contou com a orientação dos professores, cada qual à sua disciplina. Os estudantes foram envolvidos à conscientização social, formação crítica, participação ativa, interdisciplinaridade, gamificação, além das aulas em campo, mapeamento participativo, sendo que o resultado foi a excelente exposição que tivemos e que todos puderam apreciar”, explicou.

Mais de 30 temas foram abordados nos trabalhos, entre eles “História das Cidades”, “Cidadania e Direitos Humanos”, “Mobilidade Urbana”, “Moradia e Arquitetura Urbana”, “Sustentabilidade e Meio Ambiente Urbano”, “Trabalho Infantil e Desigualdade Social”, “Moradores de Rua e Inclusão Social”, “Arte Urbana e Expressão Cultural”, “Poluição e Saúde Pública”, “Tecnologia e Inovação Urbana, “Economia das Cidades”, “Violência e Segurança Pública”, “Resíduos Sólidos e Reciclagem”, Patrimônio Histórico e Cultural Local”, “Voluntariado e Transformação Social”, “Ecoturismo Urbano”, “Agroecologia Urbana” e “Participação Juvenil”.
O coordenador não escondeu a satisfação pelo empenho dos alunos, professores e da qualidade dos projetos apresentados. Todos os trabalhos demonstraram uma compreensão profunda das cidades invisíveis. Os alunos foram capazes de transformar conceitos abstratos em narrativas envolventes e cativantes, o que foi elogiado por todos os presentes. Cada grupo mostrou capacidade de trabalhar em equipe, solucionando problemas e enfrentando desafios de maneira colaborativa”.
A realização de Feiras e Exposições fazem parte da didática do Unigrau e Paulo Henrique também destacou a importância delas no contexto educacional. “Além de promover o desenvolvimento de habilidades acadêmicas, a feira fortaleceu valores importantes como a empatia, o respeito e a tolerância. Essa vivência permitiu que eles se conectassem com temas relevantes para a sociedade atual, incentivando um senso de responsabilidade social. Eventos como a Feira “Cidades Invisíveis” são fundamentais nas escolas, pois proporcionam um ambiente estimulante onde os alunos podem aplicar o conhecimento adquirido em sala de aula de maneira prática e significativa. Ao refletirmos sobre os resultados dessa feira, reafirmamos a importância de investir em projetos que valorizam a criatividade e o senso crítico dos alunos, transformando a Educação em uma experiência enriquecedora e transformadora”, concluiu.
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